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Written by Joana Rita Sousa / 26.12.2018

Dezembro é o mês para balanços do ano

Em Dezembro somos bombardeados com o TOP disto e daquilo. Pedem-nos que façamos o balanço do ano que está a terminar e que listemos as (re)soluções de ano novo. Ao mesmo tempo, temos de dar conta das rabanadas, da aletria e do arroz doce, daquele vinho especial, do bacalhau e do peru ou do tofu e do seitan. É toda uma azáfama. Entretanto, há aquela proposta de última hora, aquele projecto para fechar até dia 31 e as comprar para a noite do final do ano. No fundo, fazemos balanços num mês de desequilíbrios, de abusos e de excessos.

O cabaz de hoje também tem TOP e balanços. Não conseguimos fugir a esse hábito – nem queremos.

 

2018: o fim do social media e alguns TOP

Teens are now hyper aware of their mobile addiction and app consumption patterns. They are trying to cut the habit. This is resulting in a great exodus from older apps such as Facebook, Twitter and even Instagram in favor of niche apps that are peer- or video-centric. YouTube and Snapchat will be big winners here.

Quem nos avisa é Michael K. Spencer no artigo 2018 is the End of Social Media as we Know It.

O TOP de 2018 no YouTube, em forma de retrospectiva, foi altamente DESgostado pelos utilizadores. Foi o Jorge que nos chamou a atenção para isso, através do artigo de Soraia Alves.

 

Livros para ler em 2018 (ou 2019, vá) e tendências para 2019

Eis uma lista de livros para ler em 2018 – que é como quem diz, se só agora viu a lista (como nós!), coloque-a nas resoluções para 2019. Há que ser prático.

Para os marketeers recomendamos a leitura deste artigo, também muito típico nesta altura do ano, com as tendências para o ano vindouro: 

From side-hustles to ‘squiggly careers’, marketers are embracing the opportunities of flexible working as they pursue multiple projects in a bid to turbocharge their professional development. Indeed the appetite for flexible working in undeniable.

Rir é mesmo o melhor remédio?

Já todos fizemos piadas com os títulos ou com os discursos dos gurus da auto-ajuda. E se… bom, o melhor mesmo é espreitar este artigo onde é apresentado um psicoterapeuta que recorreu ao humor para (re)escrever títulos de livros de auto-ajuda:

But psychotherapist, artist, and author Johan Deckmann has no problem finding the humor in the dark side of humanity. “Humour is a pretty convenient companion, given humankind’s condition,” he told The Guardian. “I think gratitude, appreciation of being here and a portion of self-irony are the main keys to a happy life.”

 

E a outra metade?

Cerca de 3,9 bilhões de pessoas em todo mundo terão acesso à internet até o fim de 2018, algo que é correspondente a 51,2% da população mundial.

“Temos que encorajar mais investimentos dos setores público e privado, criar um ambiente favorável à atração de investimentos e apoiar inovação tecnológica e de negócios, para que a revolução digital não deixe ninguém offline”.

Na última edição da Web Summit, Tim Berners-Lee salientou este facto e deixou-nos a pensar sobre a outra metade da população mundial que ainda não tem acesso à internet.

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