Dezembro é o mês para balanços do ano
Em Dezembro somos bombardeados com o TOP disto e daquilo. Pedem-nos que façamos o balanço do ano que está a terminar e que listemos as (re)soluções de ano novo. Ao mesmo tempo, temos de dar conta das rabanadas, da aletria e do arroz doce, daquele vinho especial, do bacalhau e do peru ou do tofu e do seitan. É toda uma azáfama. Entretanto, há aquela proposta de última hora, aquele projecto para fechar até dia 31 e as comprar para a noite do final do ano. No fundo, fazemos balanços num mês de desequilíbrios, de abusos e de excessos.
O cabaz de hoje também tem TOP e balanços. Não conseguimos fugir a esse hábito – nem queremos.
2018: o fim do social media e alguns TOP
Teens are now hyper aware of their mobile addiction and app consumption patterns. They are trying to cut the habit. This is resulting in a great exodus from older apps such as Facebook, Twitter and even Instagram in favor of niche apps that are peer- or video-centric. YouTube and Snapchat will be big winners here.
Quem nos avisa é Michael K. Spencer no artigo 2018 is the End of Social Media as we Know It.
O TOP de 2018 no YouTube, em forma de retrospectiva, foi altamente DESgostado pelos utilizadores. Foi o Jorge que nos chamou a atenção para isso, através do artigo de Soraia Alves.
Livros para ler em 2018 (ou 2019, vá) e tendências para 2019
Eis uma lista de livros para ler em 2018 – que é como quem diz, se só agora viu a lista (como nós!), coloque-a nas resoluções para 2019. Há que ser prático.
Para os marketeers recomendamos a leitura deste artigo, também muito típico nesta altura do ano, com as tendências para o ano vindouro:
From side-hustles to ‘squiggly careers’, marketers are embracing the opportunities of flexible working as they pursue multiple projects in a bid to turbocharge their professional development. Indeed the appetite for flexible working in undeniable.
Rir é mesmo o melhor remédio?
Já todos fizemos piadas com os títulos ou com os discursos dos gurus da auto-ajuda. E se… bom, o melhor mesmo é espreitar este artigo onde é apresentado um psicoterapeuta que recorreu ao humor para (re)escrever títulos de livros de auto-ajuda:
But psychotherapist, artist, and author Johan Deckmann has no problem finding the humor in the dark side of humanity. “Humour is a pretty convenient companion, given humankind’s condition,” he told The Guardian. “I think gratitude, appreciation of being here and a portion of self-irony are the main keys to a happy life.”
E a outra metade?
“Temos que encorajar mais investimentos dos setores público e privado, criar um ambiente favorável à atração de investimentos e apoiar inovação tecnológica e de negócios, para que a revolução digital não deixe ninguém offline”.
Na última edição da Web Summit, Tim Berners-Lee salientou este facto e deixou-nos a pensar sobre a outra metade da população mundial que ainda não tem acesso à internet.