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Question Everything .is/listening
Written by Joana Rita Sousa / 14.09.2018

Cores, apps, filosofia e “outras cenas”

“Sabia que?”

77% dos utilizadores abandona o uso de determinada app entre 3 a 5 dias após a terem instalado e por isso há uma janela muito pequena de oportunidade para sermos interessantes ao ponto de não os perdemos.

“Just like a handshake, an app’s first impression is over in an instant.”

 

Ainda precisará a Europa de um modelos à “Sillicon Valley” ou estaremos a construir os nossos próprios ecossistemas de Startups “à europeia” e deixar de uma vez por todas de ter complexos de inferioridade? – a pergunta, da Sandra, surge a propósito do artigo Europe Won’t Develop a Silicon Valley. Here’s Why It Doesn’t Need to.

O politicamente correcto vai matar o sarcasmo e a ironia? A reflexão é do Rui Nunes e pode se lida, por inteiro, no artigo THE DANGERS OF THE POLITICAL CORRECT SENSITIVITY TREND.

It’s becoming very difficult to say anything that matters or disruptive to a subject without raising a huge wave of detractors who not rest until you erase or apologize for saying something they find offensive somehow.

The problem is not to fight against what we find offensive or do not agree on. We should do that.

What’s wrong is when you see offensive remarks where there isn’t meant to be.

 

 

A imaginação é algo que foi desvalorizado ao longo da história da humanidade: poucos foram os autores que a pensaram e lhe deram alguma dignidade, por assim dizer. E parece que já nos acompanha desde os inícios dos tempos:

Contrary to this interpretation, I want to suggest that imagination, properly understood, is one of the earliest human abilities, not a recent arrival. Thinking and communicating are vastly improved by language, it is true. But ‘thinking with imagery’ and even ‘thinking with the body’ must have preceded language by hundreds of thousands of years. It is part of our mammalian inheritance to read, store and retrieve emotionally coded representations of the world, and we do this via conditioned associations, not propositional coding.

O artigo completo pode ser lido na AEON magazine.

 

Eis um guia para quem quer ou precisa perceber o impacto das cores na comunicação online. O autor, Ashton Hauff, fala do papel da cor no Call to Action, bem como na gestão das emoções:

It’s what gets your audience to see what you want them to see, feel what you want them to feel, and to do what you want them to do. Which hues you choose can also affect usability and whether content is readable it or not. This is what makes understanding color psychology so important for the success of your content.

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For me as a designer, philosophy is a kind of disruptive design provocation. It’s disruptive because it attacks the foundations of our belief systems — exposes the values we never knew were driving us — it breaks the box.

O cabaz de artigos desta semana termina com uma reflexão de uma designer sobre o papel da filosofia. Pessoalmente, é o tipo de artigo que me agrada, pois vejo filosofia um pouco por todo o lado e reconheço-lhe a capacidade de nos exercitar o pensamento, nas mais diversas áreas. Obrigada, Rita, pela sugestão!

 

 

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