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Question Everything .is/listening
Written by Joana Rita Sousa / 28.03.2019

Dizemos olá à primavera, com uns dias de atraso…

…e uma mão cheia de links que nos ajudam a trabalhar, a procrastinar, a pensar e por aí fora.

 

Moby escolhe app de meditação para lançar seu novo álbum

Segundo o cantor, as músicas foram criadas pra ele mesmo, já que ele não encontrou nada parecido ao procurar sons para dormir: “Originalmente, eu fazia essas músicas para mim porque não conseguia encontrar esse tipo de música em nenhum lugar. ‘Long Ambients 2’ foi projetado para me ajudar a dormir e ajudar outras pessoas a encontrarem calma e talvez terem uma boa noite de sono. Espero compartilhar com outras pessoas que têm problemas de sono ou ansiedade ou dificuldade em se acalmar”, conta.

 

 

“Não me lembro bem do nome, mas sei que fotografei e fiz uma story no instagram”

A rotina de tomar nota de algo para não esquecer, com papel e caneta ou de simplesmente memorizar algo, repetindo umas quantas vezes foi substituída pela fotografia. Pelos snaps e pelas stories. Fotografamos e “já está! – fica registado para memória futura. E será que isso afecta a nossa memória? 

In our deeply digital age, perhaps Ricketts has already found the secret to success: Photo taking, as important and necessary as it is, should be approached with moderation and intentionality. The next time we grab our phones to Snap a scene for our Story, we should remind ourselves that digital documentation can hurt—not help—how we remember our most magical moments. And, while we can rarely choose to avoid social media altogether, we can be judicious about which moments we choose to step back from—because, sometimes, it can be worth it to just exist, live in the moment, and have the story to tell later.

 

 

A economia da partilha

A economia da partilha tinha como objectivo melhorar o mundo onde vivemos, reduzindo o consumo desenfreado de bens e “poupando” o ambiente. Todavia, a definição de partilha mudou quando as grandes empresas entraram no negócio e viram a moda da partilha como mais uma forma de rentabilizarem os seus negócios:

More than 10 years since the dawn of the sharing economy, these promises sound painfully out of date. Why rent a DVD from your neighbor, or own a DVD at all, when you can stream your movies online? Why use Airbnb for a single room in your home when you can sublease an entire apartment and run a lucrative off-the-books hotel operation? Uber, Lyft, and Airbnb — startups that banked on the promises of the sharing economy — are now worth tens of billions, with plans go public. (Lyft filed for an IPO on March 1.) These companies and the pundits who hyped them have all but abandoned the sharing argument that gave this industry life and allowed it to skirt government regulations for years. Sharing was supposed to transform our world for the better. Instead, the only thing we’re sharing is the mess it left behind.

Leiam o artigo completo aqui: The Sharing Economy Was Always a Scam – Susie Cagle.

 

Pensar a internet: Artigo 13 (que agora é 17) e uma declaração digital de independência

Artigo 17 (antigo 13) vai impor que as plataformas digitais como o Facebook ou YouTube obtenham “uma autorização dos titulares de direitos [de autor], por exemplo, através da celebração de um acordo de concessão de licenças”. Essas licenças terão de abranger não só os conteúdos protegidos por direitos de autor que as plataformas disponibilizem, bem como aqueles que os seus utilizadores carreguem. O Artigo 17 responsabiliza as plataformas e não os utilizadores pelos actos destes na partilha de “obras protegidas por direitos de autor e de outro material protegido”; no caso de ser encontrada uma violação, serviços como o Facebook ou YouTube terão de mostrar que “envidaram todos os esforços” para obter uma licença, impedir a partilhar de materiais protegidos à priori, bloquear o acesso a esses conteúdos no caso de terem sido partilhados e/ou impedir o futuro carregamento dos mesmos. Defensores e activistas dos direitos digitais, assim como algumas vozes políticas críticas da directiva, defendem que a solução que as plataformas digitais vão encontrar para se salvaguardar é através da implementação de filtros de upload que, algoritmicamente, impeçam de imediato o carregamento de conteúdos, tecendo avaliações erradas.

Why Is Decentralization so Important?

This is a rich philosophical question.

The essential reason to care about decentralization is freedom. For one thing, if social media is centralized, that means there is a concentration of power—of the twin powers of publishing and censorship—in the hands of a few. There is no way to ensure that this power will be exercised responsibly. If we want to participate in social media most effectively today, then we must put ourselves at the mercy of centralized authorities like Facebook and Twitter (or of relatively small groups like the volunteer editors of Wikipedia). Our right to publish, to speak freely to our followers, depends on the agreement of not only those followers, but also of a third party that assumes ultimate control of the entire proceedings.